terça-feira, 3 de maio de 2016

50 comandos de AutoCAD que todo arquiteto deveria conhecer

Após passar tanto tempo em frente ao AutoCAD trabalhando em seus projetos, certamente já tem seu próprio conjunto de comandos favoritos para sistematizar alguns passos. Também é certo que não conhece ou não se recorda de todos. Assim, apresentamos uma lista com 50 comandos que podem ajudar a acelerar o trabalho e descobrir novos atalhos.
A lista a seguir foi desenvolvida e testada por nossa equipe nas versões 2013, 2014 e 2015 do AutoCAD em inglês. Também preparamos uma série de GIFs para exemplificar alguns casos.

Após conferir a lista, comente quais são seus comandos favoritos (incluindo aqueles que não fazem parte da lista). A opinião de nossos leitores ajudará a atualizar este artigo.

APPLOAD

Defini quais ações são carregadas ao inicializar o AutoCAD. Muito útil se o computador não suporta muito bem o software.

AREA

Calcula a área e perímetro de um objeto definido ou uma superfície definida pela seleção dos vértices.

BACKGROUND

Escolhe uma imagem de fundo para  a área de trabalho. Pode ser um cor (Solid), um gradiente (Gradient) ou uma imagem (Image) de seus arquivos.

BMPOUT

Gera uma imagem bitmap (formato .bmp) após selecionar uma série de objetos, superfícies ou regiões.

BOX

Cria uma caixa 3D, definindo altura, largura e profundidade.

BURST

Explora um bloco ou objeto, porém, mantendo intactos seus atributos após explorá-lo. 

CHSPACE

Move o objeto do layout pra o modelo e vice-versa. Os objetos mudam de escala automaticamente no novo espaço.

CLOSEALL

Fecha todas as janelas abertas do AutoCAD. Se foram realizadas alterações nos arquivos, poderá salvá-las. À diferença de QUIT, este comando não fecha o AutoCAD, apenas retorna ao início.

COLOR

Escolhe uma cor de layer para futuros objetos, linhas e superfícies.

DIMALIGNED

Cria uma cota alinhada a um eixo/linha.

DIMANGULAR

Cria uma cota alinhada a um arco ou círculo.

DIMBASELINE

Cria uma cota linear, angular ou de coordenadas a partir de uma linha base de uma cota anterior.

DIMRADIUS

Cria uma cora radial para círculos e arcos. Não confundir com DIMANGULAR e DIMBASELINE.

DIMTEDIT

Edita a localização do texto das cotas já existentes.

EDGESURF

Cria uma malha poligonal tridimensional.

EXPLODE

Desagrupa um objeto ou bloco, segregando cada um de seus componentes. Antes de usar, confira qual layer está selecionado.

ID

Mostra as coordenadas de um ponto na planilha de trabalho.

LIGHT

Administra as luzes e efeitos de iluminação em modelos 3D. É provável que precise mudar de viewport  ou desativar a iluminação padrão.

LINETYPE

Cria, organiza e seleciona tipos de linhas.

MATLIB

Importa e exporta materiais de uma biblioteca local.

MLINE

Cria múltiplas linhas paralelas.

MLEDIT

Edita múltiplas linhas paralelas.

MULTIPLE

Repete o comando seguinte até cancelar (Esc).

MVSETUP

Estabelece a diagramação de um desenho no layout.

OOPS

Restaura os últimos elementos apagados. Sua vantagem em relação a U é que pode ser usado após o comando BLOCK ou WBLOCK, porque estes podem apagar os objetos selecionados após criar um bloco. Não é possível usar OOPS após PURGE.

OVERKILL

Limpa os desenhos. Rastreia todo o modelo e apaga qualquer elemento duplicado ou sobreposto. Uma incrível ajuda para quem é obcecado por organização nos desenhos.

PAGESETUP

Especifica o layout da página, além da plotter, do tamanho da folha e os ajustes para cada novo layout.

PFACE

Cria uma malha 3D indicando cada um dos vértices. 

PREVIEW

Mostra como será o desenho após ser impresso ou enviado a uma plotter. Antes disso, deve ser configurado o layout da página (PAGESTEUP).

PURGE

Remove os objetos não usados no desenho através de uma série de filtros: blocos, layers, espessura de linhas, textos, entre outros.

QDIM

Cria rapidamente uma cota após a seleção de uma geometria. 

QLEADER

Cria rapidamente um texto associado a uma linha direcionada. 

QSAVE

Salvamento automático do arquivo. Muito útil quando o AutoCAD não funciona e você tem o costume de passar horas sem salvar as alterações no arquivo. Se é um arquivo sem nome, equivale a SAVEAS. 

QSELECT

Seleciona rapidamente objetos segundo uma lista de filtros disponíveis: cores, tipo de linha, layer, entre outros.

RECOVER

Recupera um arquivo danificado.

RENDER

Cria um render (pré-visualização) a partir do modelo.

REVOLVE

Cria sólidos de revolução (3D) rotacionando objetos 2D em torno de um eixo definido pelo usuário.

RULESURF

Cria uma superfície a partir da união de duas curvas definidas previamente pelo usuário.

SAVEALL

Salva automaticamente todos os desenhos que estão sendo trabalhados.

SHOWMAT

Mostra um conjunto de informações para um determinado objeto, incluindo a espessura de linha, core, dimensões, raios e áreas.

SKETCH

Cria uma série de segmentos de desenho à mão livre.

SPELL

Checa a ortografia dos textos, segundo o idioma do sistema operacional, não do AutoCAD.

SUBTRACT

Cria uma região a partir de um sólido, superfície ou região por substração.

TABLET

Calibra e configura uma tablet de desenho digital.

TIME

Exibe um quadro de estatísticas do arquivo no qual se está trabalhando: data de criação, última atualização e tempo de edição. 

U

Equivalente a Ctrl+Z, desfaz a última operação.

UNDEFINE

Permite eliminar um comando de AutoCAD, incluindo este mesmo. Se quer reverter a escolha, use REDEFINE.

VPORTS

Administra as janelas do AutoCad para os modelos 2D e 3D.

XLINE

Cria uma linha infinita.

3DSOUT

Exporta um arquivo compatível com o 3D Studio Max (formato .3ds).
Com informações de Autodesk Knowledge Network.

segunda-feira, 2 de maio de 2016

Parque Urbano e Vivencial do Gama DF

Resultado -  "Brasília: Território e Paisagem" - Parque Urbano e Vivencial do Gama - DF, 1°Lugar: Parque Urbano e Vivencial do Gama
1°Lugar: Parque Urbano e Vivencial do Gama



O IAB DF, por iniciativa da Secretaria de Habitação, Regularização e Desenvolvimento Urbano do Governo do Distrito Federal, anunciou o resultado de alguns dos Concursos Nacionais de Arquitetura e Paisagismo para o Distrito Federal. Veja à seguir o resultado  do Concurso do Parque Urbano e Vivencial do Gama – DF.
1º Lugar :
Autores: Leandro Rodolfo Schenk, Luciana Bongiovanni Martins Schenk, Mailton Carlos Sevilha, Lisandra dos Santos Casagrande, Michel Platini Barbosa.

1°Lugar: Parque Urbano e Vivencial do Gama
1°Lugar: Parque Urbano e Vivencial do Gama
1°Lugar: Parque Urbano e Vivencial do Gama
1°Lugar: Parque Urbano e Vivencial do Gama
1°Lugar: Parque Urbano e Vivencial do Gama

Ficha técnica:

  • Arquitetos:Leandro Rodolfo Schenk, Luciana Bongiovanni Martins Schenk, Mailton Carlos Sevilha, Lisandra dos Santos Casagrande, Michel Platini Barbosa.
  • Ano: 2012
  • Características Especiais: Ecológico
  • Localização: Gama, Brasil
  • Implantação no terreno: Isolado

Equipe:

  1. Arquitetura: Leandro Rodolfo Schenk, Luciana Bongiovanni Martins Schenk, Mailton Carlos Sevilha, Lisandra dos Santos Casagrande, Michel Platini Barbosa.

http://www.archdaily.com.br/br/01-65439/resultado-brasilia-territorio-e-paisagem-parque-urbano-e-vivencial-do-gama-df

quarta-feira, 27 de abril de 2016

1° Seminário Instrumentos Urbanos Inovadores

http://www.iabsp.org.br/wp-content/uploads/2016/04/seminario_requalificacao_urbana.jpg

Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Presbiteriana
Mackenzie com o apoio da Câmara de Vereadores de São Paulo



Sexta, 6 de maio às 8:30 - 13:00


Transmissão online ao vivo e o acesso posterior ao vídeo se dará
através do site da Câmara
<http://www.camara.sp.gov.br/transparencia/auditorios-online/salao-nobre-pre
sidente-joao-brasil-vita/>


Página no Facebook
<https://www.facebook.com/events/434127740200346/>  - após o evento
disponibilizaremos as apresentações (PDFs) e o vídeo


contato <mailto:instrumentosurbanos@gmail.com>

domingo, 27 de março de 2016

Amos Rapoport





Autor(es): 
Amos Rapoport
Onde encontrar: 
Acervo dos Profs. Rodrigo Baeta Espinha e Marcia Sant’Anna. 
Referência bibliográfica: 
RAPOPORT, Amos. House, form and culture. New Jersey: Prentice-Hall Inc., 1969.
Eixos de análise abordados: 
Conceitos e métodos
Saberes tradicionais e espaço arquitetônico
Dados sobre o autor(es) e obra: 
Amos Rapoport nasceu em 1929, em Varsóvia, Polônia. Ensinou na Universidade de Wisconsin, Milwaukee, até sua aposentadoria como Distinguished Professor da Escola de Arquitetura e Palnejamento Urbano. Ensinou também na Universidade de Melbourne; na Universidade de Sydney; Universidade da Califórnia, em Berkeley, e na UCL – University College London. Rapoport tornou-se mundialmente conhecido a partir do seu livro House, Form and Culture, de 1969 (ver ficha sobre esta obra), obra em que defende as raízes culturais da forma arquitetônica. Seu trabalho focalizou principalmente o papel das variáveis culturais e os estudos interculturais. Foi autor, editor e coeditor de vários livros e de mais de 200 artigos. A obra em exame foi publicada pela primeira vez em 1982. 
Informações obtidas em: http://en.wikipedia.org/wiki/Amos_Rapoport
Sumário obra: 
Capítulo 1 – A natureza e definição do campo
Capítulo 2 – Teorias alternativas da forma da casa
Capítulo 3 – Fatores socioculturais e forma da casa
Capítulo 4 – Clima como fator de mudança
Capítulo 5 – Construção, materiais e tecnologia como fatores de mudança
Capítulo 6 – Um olhar sobre o presente.
Referências selecionadas
Índice
Resumo : 
A obra trata das relações entre a forma da habitação e a cultura das sociedades humanas. A tese de Rapoport é que os fatores socioculturais mais do que os climáticos, tecnológicos e construtivos são responsáveis pela forma que a casa adquire no âmbito de sociedades primitivas e vernaculares. Ancorado em sólida pesquisa bibliográfica e fartamente ilustrado é um dos estudos mais importantes e influentes sobre o tema, que ainda orienta conceitual e metodologicamente pesquisas contemporâneas neste campo. O livro propõe um esquema conceitual para a análise dos vários tipos e formas de casas e das forças que os afetam. O autor ressalta a importância desse tipo de estudo já que nos campos da arquitetura, da geografia cultural, da história, do planejamento urbano, da antropologia e da etnografia o tópico da moradia e do assentamento humano é tratado de modo secundário. As principais questões conceituais são tratadas no primeiro capítulo. O autor distingue dois tipos de arquitetura produzidos pelas sociedades em causa: a primitiva e a vernacular, esta última englobando uma vertente “pré-industrial” e uma “moderna”. A primitiva se refere à arquitetura das sociedades “tecnológica e economicamente pouco desenvolvidas”, mas correspondendo ao “uso da inteligência, da habilidade e dos recursos desses povos em toda sua extensão”. São sociedades sem grande grau de especialização e orientadas pela tradição, onde impera a relação próxima entre forma e cultura e a longa persistência dessas formas. O conhecimento necessário à construção de moradias nesse contexto é comum a todos os membros do grupo. As edificações vernaculares pré-industriais se distinguiriam das primitivas pela existência da figura do “construtor”. Neste contexto, a “forma aceita”, ou modelo, permanece e o processo de construção é baseado em ajustes ou variações, havendo, portanto, mais variabilidade individual. As sociedades que produzem esta arquitetura seriam “voltadas para a tradição” e as mudanças ocorreriam no marco de uma herança comum e de uma hierarquia de valores que se reflete nos tipos construídos. Rapoport questiona a existência do vernacular “moderno” já que surgiria em contextos de “perda” da tradição como instrumento regulador. Reconhece, contudo, a existência de um “idioma moderno folk”, baseado no “tipo”, encontrado nos motéis, lanchonetes, drive-ins e conjuntos habitacionais. Estas seriam formas projetadas “para” o gosto popular e não “pelo” povo, mas também demonstrariam valores compartilhados. Nesta tentativa de classificação e de delimitação do campo, Rapoport não leva em conta a transformação paulatina mesmo da mais humilde habitação em mercadoria no contexto capitalista e o impacto disso na perda das tradições construtivas, exceto, de passagem, quando trata do “vernacular moderno”. O estudo se concentra na habitação, pois o autor entende que a casa mostra mais claramente os vínculos entre forma e padrões de vida. Considera, entretanto, que outras tipologias também indicam essa relação como edifícios religiosos, moinhos, oficinas e outros ligados à “arqueologia industrial”. Construções provisórias, temporárias ou portáteis, como cabanas e tendas, podem também ser incluídas neste rol. Rapoport não pretende construir uma teoria geral e de validade universal, mas identificar e selecionar as características da casa que seriam mais universais, examinando-as em diferentes contextos para entender o que afeta sua forma individualmente e em conjunto. A partir de um exame minucioso dos mais distintos 
contextos, conclui que nem o clima, nem os materiais disponíveis, a tecnologia utilizada, o sítio físico, as necessidades de defesa ou a economia determinariam a forma da habitação. Esses aspectos seriam apenas “fatores de mudança”. A hipótese central de Rapoport é que a forma da casa, seu agenciamento interior, sua orientação e implantação, isolada ou em conjunto, não resultam desses fatores ou de nenhum outro fator isolado. Seriam, na realidade, consequência de toda uma gama de fatores sociais e culturais tomados no seu sentido mais amplo, já que a habitação é um fenômeno complexo que não permitiria uma única explicação. Entre esses fatores, destaca o modo como algumas “necessidades básicas” relativas ao conforto, ao preparo e consumo de alimentos, ao estar, ao sentar e ao mobiliário são definidas pelo grupo. Além desses, a estrutura da família, a posição da mulher, a noção de privacidade e o contato social. Nos capítulos 4 e 5, Rapoport avalia o clima, os materiais de construção, as técnicas construtivas e a tecnologia como fatores de mudança da forma da habitação. No primeiro caso, temperatura, umidade, vento, chuva, radiação e luz seriam variáveis passíveis de implicar respostas construtivas específicas, ressaltando-se que esta especificidade seria diretamente proporcional à “radicalidade” das condições climáticas. Observa, contudo, que condições climáticas iguais podem, a depender de condicionantes socioculturais, suscitar formas arquitetônicas distintas. A questão técnica e construtiva é abordada no capítulo 5 a partir de problemas universais como fechamento de espaços, proteção contra intempéries e ventos e à portabilidade, de como os povos os solucionam e as conseqüências dessas soluções na forma da casa. Observa-se que o processo de construção, a especialização e a cooperação tornam a forma mais complexa, e que materiais idênticos podem produzir formas distintas. Ressalta-se também que a escolha do material decorre da importância atribuída ao edifício, da moda, da tradição, de injunções religiosas, do prestígio e de valores atribuídos. Após o exame dos fatores de mudança, Rapoport conclui que a decisão sobre a forma da casa seria de fato tomada em bases socioculturais relacionadas ao modo de vida, aos valores compartilhados pelo grupo e à busca do “ambiente ideal” de cada cultura. Os temas da “arquitetura popular”, como arquitetura “feita para o povo” e do “vernacular moderno” são retomados no capítulo final, quando o autor registra o seu olhar sobre o presente. Aqui sua principal preocupação é avaliar se a abordagem conceitual que desenvolve para a arquitetura primitiva e vernacular se aplicaria ao contexto contemporâneo, o que responde positivamente já que nele permaneceriam as relações entre forma e cultura, inclusive nos assentamentos populares dos países em desenvolvimento. Para Rapoport, o principal problema contemporâneo seria um excesso de escolha e a articulação da habitação ao status, à moda e ao prestígio. O peso da mercantilização da construção, da moradia e do solo não faz parte de suas considerações. 
Data do Preeenchimento: 
sexta-feira, 4 Janeiro, 2013 - 16:15
Pesquisador Responsável: 
Marcia Sant’Anna
Data da revisão: 
quarta-feira, 2 Julho, 2014 - 16:00
Responsável pela Revisão: 
Daniel Juracy Mellado Paz
Observação: 
Há tradução em espanhol: RAPOPORT, Amos. Vivienda y Cultura. Barcelona: Editorial Gustavo Gili, S.A., 1972. 


Fonte: http://www.arqpop.arq.ufba.br/node/111

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Livraria Rong Bao Zhai / ARCHSTUDIO


  • Localização

    China, Pequim
  • Arquiteto responsável

    Han Wen Qiang
  • Equipe de projeto

    Yang Bin Lin, Huang Tao, Li Yun Tao
  • Área

    293m²
  • Ano do projeto

    2015
  • Fotografias

    WANG Ning

  • http://www.archdaily.com.br/br/781481/livraria-rong-bao-zhai-archstudio?utm_source=ArchDaily+Brasil&utm_campaign=322ca84913-Archdaily-Brasil-Newsletter&utm_medium=email&utm_term=0_318e05562a-322ca84913-410593293