Urbania, uno sguardo sul futuro delle città questo il titolo dell’edizione 2018 di Milano Arch Week dal 23 al 27 maggio. Un ricco palinsesto di conferenze, workshop, installazioni, mostre, performance, eventi aperti alla cittadinanza per riflettere insieme sul futuro della città e sulle dinamiche dell’architettura contemporanea, un’occasione di diffusione sul territorio e attivazione delle principali istituzioni culturali cittadine, con i maestri internazionali dell’architettura e i giovani architetti emergenti.
O programador Joel Simon criou um projeto de pesquisa experimental, intitulado Evolving Floor Plans, para explorar organizações de plantas arquitetônicas especulativas e otimizadas usando design generativo. Interessado na sobreposição dos campos da ciência da computação, biologia e arquitetura, Joel organizou as salas de aula e a circulação de pessoas em uma escola hipotética através de um algoritmo genético programado para minimizar o tempo de caminhada, uso dos corredores, entre outros parâmetros.
O objetivo é abordar o desenho da planta arquitetônica somente a partir da perspectiva de otimização, sem considerar convenções ou possibilidade de construção. A pesquisa tem como objetivo analisar como uma combinação de métodos explícitos, implícitos e emergentes permite que plantas de alta complexidade evoluam.
Há muito tempo a história das civilizações vem sendo contada e ensinada de forma linear, com um sentido evolutivo, em prol de uma apreensão facilitada por uma didática mais direta. É fato que, muitas vezes, questionou-se esse método de pensar e organizar a forma como os eventos ou manifestações culturais aconteceram no decorrer do tempo, nas diversas partes do mundo, com suas especificidades que, muitas vezes, são deixadas de lado nas grandes narrativas históricas produzidas, sobretudo, no âmbito ocidental e, mais ainda, europeu.
Apesar disso, também é fato que, muitas vezes, entender de forma mais simplificada como um evento leva a outro na história pode nos ajudar a ter um panorama, ainda que superficial, mais amplo do que a humanidade produziu e pensou durante os anos. Nesse sentido, no caso da história da arquitetura é interessante compreender quais foram os principais movimentos e estilos consagrados que surgiram ao longo do tempo como reações, isto é, continuidades ou rupturas, em relação ao que se vinha produzindo antes. Assim, apresentamos a seguir alguns dos estilos e movimentos arquitetônicos mais influentes da história, suas caraterísticas e singularidades.
NEON: a megacidade tecnológica que será - ou já está sendo - construída na Arábia Saudita
Em outubro do ano passado a Arábia Saudita apresentou o projeto da NEOM, uma megacidade tecnológica do “tamanho de um país”, onde serão investidos pelo menos US$ 500 bilhões. Situada próxima da fronteira com a Jordânia, este novo centro de inovação abrangerá uma área de 26.500 quilômetros quadrados no noroeste do país, ao longo do Mar Vermelho e do Golfo de Aqaba. Desde então, poucos detalhes foram revelados e, do que se sabe, a empresa japonesa Softbank está investindo no projeto da megacidade saudita.
No entanto, segundo notícias recentemente veiculadas pela Reuters, é possível que o projeto esteja muito mais avançado do que se imagina. De acordo com a agência de notícias britânica, o Rei Salman esteve recentemente no canteiro de obras da cidade de NEOM, durante um feriado. A agência afirma que há algo de inesperado nisso, uma vez que o rei costuma passar seus dias livres ou em uma vila no Marrocos ou no sul da França. A Reuters também aproveitou a oportunidade para divulgar informações sobre um documento de projeto ao qual teve acesso, onde aparecem as primeiras descrições de como seria a arquitetura desta megacidade do futuro.
EIFS* (Exterior Insulation Finish Systems) é um sistema de isolamentos de fachadas para paredes e lajes ventiladas que funciona através da superposição de 5 camadas: fixação, camada isolante, camada impermeabilizante - aberta para difusão de vapor e resistente a impactos - e camada externa de revestimento.
Em comemoração ao lançamento, o estúdio oferece um pacote misto de 50 arquivos em alta resolução de graça - o custo usual é de £100. Os usuários podem ter acesso à oferta usando o código de desconto “archdaily” na loja online.
Brasília não necessita de defesa. Sua realidade se impõe acima de qualquer discurso. Como escreveu Paulo Leminski, em seu Catatau: Brasília – alegria dos mapas.
Nestes tempos sombrios de nosso país, retoma-se a crítica sobre a inoportunidade, ou o erro, da transferência da capital do Rio de Janeiro para o cerrado do planalto central. Argumento conformista, com pretensão avant-garde, no qual se pretende estabelecer paralelo entre o desmonte da cidade do Rio de Janeiro e a mudança da capital.
A poeira da memória nos faz esquecer os embates e revoltas com a mudança da capital da Bahia para o Rio, também na ocasião considerada um erro. Junto com o deslocamento para o novo e belo recinto da baía da Guanabara, veio também o sistema escravocrata e a naturalização da violência, implícita em sua organização. O paralelo é possível entre Rio-Brasília e Bahia-Rio. A arquitetura ou o novo recinto geográfico não significa uma mudança das formas de organização ou gestão de uma sociedade.
Não me surpreenderia se algum reacionário com ar de progressista propusesse o retorno da capital à baía da Guanabara, por ser lá seu local natural. Bobagem esta ideia. As aldeias Tupinambás eram assentamentos padronizados. Os desenhos circulares dos Bororos são planejados.
Todas as cidades sempre foram ou serão artificiais.
Quando ouço estes argumentos, lembro do inventor de Brasília dizendo ser todo o excesso a negação do fim proposto: “Brasília é maior e mais forte do que foi minha imaginação”. Ou ainda Clarice Lispector: “Brasília é artificial. Tão artificial como deveria ter sido o mundo quando foi criado”.
Brasília é o artefato urbano mais importante da América desde a implantação da cidade de Teotihuacán, no México, construída simultaneamente ao Pathernon.
Ela constitui o desejo de ocupar a terra, uma ocupação que o povo brasileiro perseguiu, escavou, elevando e prolongando a arquitetura na paisagem. O resultado de uma vontade de ocupar a terra mediante a construção do vazio. Tudo se organiza a partir de dois eixos, um vazio principal. Trata-se de um rigor que não admite debilidades nem ajuste.
O Projeto de Transporte Urbano Sustentável (SUTP) é uma iniciativa que promove o transporte sustentável para que as cidades disponham de meios de transporte mais eficientes, limpos, que não causem congestionamentos e que sejam seguros, visando tornarem-se lugares mais habitáveis.
Assim, busca implementar um paradigma de mobilidade centrado nas pessoas e em meios de transporte não poluentes, sob o lema "Movamos pessoas, não carros!". Deste modo, sobre esta ideia foram elaborados 10 princípios para um transporte urbano sustentável, citados a seguir e ilustrados no infográfico acima.
1. Planejar cidades densas e na escala humana 2. Criar cidades orientadas ao transporte público 3. Otimizar a malha viária e seu uso 4. Fomentar o caminhar e o uso da bicicleta 5. Implementar melhorias no transporte público 6. Controlar o uso de veículos 7. Gerir os estacionamentos 8. Promover o uso de veículos não poluentes 9. Comunicar soluções 10. Abordar os desafios exaustivamente
Esta Informação trata sobre o processo de licenciamento ambiental do parcelamento de solo urbano
denominado Setor Habitacional Taquari (SHTq) - Etapa I, Trecho 02, considerando a documentação
juntada aos autos após a emissão da Informação Técnica nº 444.000.003/2017-
Recomenda ao IBRAM a suspensão da
Licença de Instalação LI 059/2014, que
autoriza a implantação do Trecho 2, Etapa I,
do Setor Habitacional Taquari, no Lago
Norte, e a adequação dos critérios de
avaliação da viabilidade ambiental de
empreendimentos de ocupação urbana na
bacia hidrográfica do Paranoá às suas
fragilidades ambientais, à situação de escassez
hídrica e à nova condição de manancial do
Lago Paranoá, cujas águas, no limite da
capacidade de depuração de esgotos, serão
destinadas ao consumo humano.
Dispõe sobre o zoneamento ambiental da Área de Proteção Ambiental – APA do Lago Paranoá.
Art. 1º Fica aprovado o zoneamento ambiental da Área de Proteção Ambiental – APA do Lago Paranoá, criada pelo Decreto nº 12.055, de 14 de dezembro de 1989, cuja área aproximada é de 16.000 ha (dezesseis mil hectares).
Art. 2º Para os fins deste Decreto fica o território da APA do Lago Paranoá dividido em 4 (quatro) zonas, subdivididas em 9 (nove) subzonas, a seguir estabelecidas e caracterizadas como zonas de manejo de acordo com seus objetivos:
I. Zona de Vida Silvestre, subdividida nas seguintes Subzonas:
a) Subzona de Preservação da Vida Silvestre – ZPVS: composta pelas Unidades de Conservação de Proteção Integral já instituídas e criadas pelo presente decreto no interior da APA do Lago Paranoá, pelas áreas de preservação permanente provenientes de nascentes, de cursos d’água, do Lago Paranoá e Lagoa do Jaburu, além da área de proteção de manancial do Taquari e das áreas com restrições físico-ambientais provenientes de declividades acima de 30%, sendo esta Subzona destinada à preservação dos recursos ecológicos, genéticos e da integridade dos ecossistemas;
b) Subzona de Conservação da Vida Silvestre – ZCVS: composta por áreas que ainda preservam vegetação nativa significativa, pelas áreas com declividade entre 10% e 30%, além das Unidades de Conservação de uso sustentável, dos parques ecológicos e de uso múltiplo, sendo esta Subzona destinada à conservação dos recursos naturais e à integridade dos ecossistemas, permitido o uso sustentável;
II. Zona de Ocupação Especial, subdividida nas seguintes Subzonas:
a) Subzona de Ocupação Especial de Interesse Ambiental - ZOEIA: tem o objetivo de disciplinar a ocupação de área contígua às Subzonas de Conservação e Preservação da Vida Silvestre, a fim de evitar atividades que ameacem ou comprometam efetiva ou potencialmente a preservação dos ecossistemas e demais recursos naturais desta, sendo esta Subzona destinada ao uso residencial.
b) Subzona de Ocupação Especial do Bananal - ZOEB: composta pela porção localizada entre a DF-009 e a DF-007, sendo destinada ao uso institucional ou comercial com baixa densidade;
c) Subzona de Ocupação Especial do Taquari - ZOET: composta pela região ao norte da APA do Lago Paranoá, localizada na região administrativa do Lago Norte, entre o Trecho 1 do Setor Habitacional Taquari, inclusive, e a Área de Proteção de Manancial do Taquari, exclusive, sendo destinada a ocupações por meio de usos residencial, uni e multifamiliar, institucional, comercial e industrial não poluente;
Dispõe sobre a delimitação e diretrizes para a área de
entorno do Conjunto Urbanístico de Brasília, sede da
capital da República Federativa do Brasil, situado no
Distrito Federal, bem como objeto de tombamento
federal pelo Instituto do Patrimônio Histórico e
Artístico Nacional - IPHAN.
Art. 9º O Setor de Entorno 05 – Ocupação Controlada II (SE-05) abrange a APA
Gama Cabeça de Veado, Jardim Botânico, Fazenda Água Limpa (UnB), Reserva
Ecológica do IBGE, Lago Sul e Lago Norte, Trecho 1 do Setor de Mansões Park Way e
Regiões Administrativas do Taquari e do Paranoá.
O Seminário “Cidades Sensíveis à Água” com o tema “Água é Direito e não
Mercadoria” aconteceu na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de Brasília, em março de
2018, no âmbito do FAMA – Forum Alternativo Mundial da Água. Teve como justificativa
motivadora a pergunta:
Como podemos
promover a transição política, pedagógica e tecnológica e praticar ambientes
sustentáveis e mais democráticos no nível da universidade e da sociedade?
O objetivo do Seminário “Brasília Sensível à Água”
foi tornar pública a promoção do conhecimento desenvolvido na Universidade de
Brasília, incluindo a transição para cidades sensíveis à água, unindo ciência,
tecnologia e sociedade, promovendo o debate, a troca de saberes e experiências ao
mesmo tempo em que reforça a importância da Universidade pública para a formação
de cidadãos que sejam engajados na luta pela justiça social, garantia do
direito à água e preservação ambiental para proteger o ciclo da água no planeta. Retornar à página INICIAL
Neste clássico dos anos 1960, Kevin Lynch apresenta estudos de como as cidades são percebidas e imaginadas e mostra como suas descobertas podem impactar a construção e a reconstrução de cidades.
Um "manifesto gentil para uma arquitetura não-direta", "Complexidade e Contradição em Arquitetura de Venturi" expressa nos termos mais convincentes e originais a rebelião pós-moderna contra o purismo do modernismo.
Todo projeto representa um problema a ser resolvido. Neste livro, Christopher Alexander propõe uma catalogação de tipos de problemas (ou desafios de projeto) e analisa o que está por trás de cada situação, descrevendo-as em sua essência e propondo uma padrão de soluções.
Seminal trabalho para a história da arquitetura, os autores analisam a "strip" de Las Vegas para compreender melhor a arquitetura comum e ordinária, ao invés de edifícios emblemáticos, proclamados pelo modernismo.
Um dos livros mais completos e relevantes sobre arquitetura moderna, na quarta edição, Frampton acrescentou uma nova seção importante à sua obra-prima, que explora os efeitos da globalização na arquitetura em todo o mundo.
Peter Zumthor destaca a importância das sensações na construção de "atmosferas", buscando criar espaços de qualidade para o desenvolvimento das pessoas.
Depois de anos na escola de arquitetura, você pode entender como um edifício é construído - mas o quanto você realmente entende sobre os processos que fazem com que o prédio funcione? Kate Ascher revisa os sistemas que gerenciam tráfego, água, calor, eletricidade, entre outros, atrelando a arquitetura não apenas a uma imagem do ambiente urbano, mas ao funcionamento atual da cidade.
Este livro é uma leitura rápida, agradável e inspiradora - e totalmente essencial à medida que continuamos a saga em direção à prática inteiramente digital na arquitetura. Pallasmaa incentiva os arquitetos a verem o mundo ao seu redor não apenas com a visão, mas com o toque, o som e outros sentidos.
"Mutations" reflete sobre as transformações que os processos de aceleração urbana infligem em nosso ambiente e nos espaços em que a arquitetura ainda pode operar.
Para muitos arquitetos, projetar para os sentidos geralmente significa simplesmente projetar para visão e toque. Este livro oferece um panorama abrangente do projeto de sons, apresentando desde desenhos detalhados até textos sobre o assunto.
Em um ambiente cada vez mais climatizado, pode ser fácil controlar o conforto térmico no projeto de um edifício. Mas a arquitetura (especialmente o design vernacular) leva em conta tradições relacionadas ao conforto térmico, dos banhos romanos e jardins islâmicos até as varandas americanas. À medida que a eficiência energética se torna cada vez mais parte da discussão, é sensato tentar aprender com o passado para projetar o futuro.
Embora sedutores, conceitos raramente são o que torna a experiência de um edifício especial - muitas vezes são os detalhes construtivos os responsáveis por isso. Percebemos como uma parede toca o chão, como um corrimão se curva sob nossa palma, mas como se projetam essas coisas? Este livro oferece uma vasta variedade de exemplos para ajudar arquitetos a detalharem seus projetos.
As experiências de campo desenvolvidas pelo Elemental e Alejandro Aravena são compiladas neste livro que não apenas conta a história da equipe, mas também apresenta suas estratégias de financiamento e métodos participativos.
Este livro analisa sistematicamente os fundamentos da forma arquitetônica e espaço com base em protótipos e exemplos históricos de todos os períodos, culturas e áreas geográficas.
Pergunte a qualquer arquiteto sobre os livros mais essenciais da disciplina, e este volume de Rem Koolhaas e Bruce Mau será, sem dúvida, citado. O livro apresenta os projetos do OMA de acordo com sua escala, usando desenhos, colagens, imagens e textos para desafiar o entendimento convencional de arquitetura e cidade.
Jan Gehl apresenta seu trabalho mais recente criando (ou recriando) paisagens urbanas para a escala humana. Ele explica claramente os métodos e ferramentas usados para transformar paisagens urbanas pouco receptivas em cidades para pessoas.
Estabelecido como uma conversa entre os co-fundadores do WORKac, Amale Andraos e Dan Wood, o livro é uma mistura entre portfolio e uma discussão apaixonada sobre questões relevantes para a prática. É uma visão inestimável sobre como uma das empresas contemporâneas mais interessantes funciona, pensa e planeja para o futuro.future.
O MOS é um escritório conhecido tanto por sua sagacidade quanto por sua arquitetura. Sua obra, sob um olhar idiossincrático, é animada, irônica e até um pouco estranha. Em resumo, é tão humana quanto nós mesmos.
Muitos de nós entram no campo com uma crença central de que podemos alavancar a profissão para fazer o bem aos outros. Mas muitas vezes, os lugares que mais precisam de otimismo são os menos propensos a obtê-lo. Design Like You Give a Damn é "o" recurso para design socialmente consciente, reunindo projetos, história e informações sobre o movimento - e o que é possível fazer com um pouco de otimismo.
Se há um arquiteto conhecido pelo público leigo hoje em dia, provavelmente é Bjarke Ingels. E "Yes is More" é o livro responsável por isso! O livro apresentou ao mundo uma nova maneira de ver e falar sobre arquitetura - viva, aberta e energética. Desde a sua publicação em 2009, todos nós nos unimos à revolução hedonista da BIG, e ela representa um importante passo para a arquitetura.
Lebbeus Woods, até sua morte em 2012, manteve um blog. Este livro compila alguns dos mais de 300 posts no que provavelmente é a visão mais abrangente de seu gênio em particular. Talvez a única coisa que falte no livro sejam as ilustrações complexas e originais de Wood, que, felizmente, ainda estão disponíveis em seu blog.
Os admiradores da abordagem sensível do arquiteto suíço à construção e à forma devem considerar este texto como leitura obrigatória para a prática. Zumthor apresenta sua filosofia através das lentes de seu próprio trabalho e experiência.
Vinte e um projetos cuidadosamente selecionados são apresentados em detalhes, da ideia inicial à construção e término das obras, através de ilustrações feitas pelo fotógrafo de arquitetura Michael Moran.
Este livro documenta o trabalho do estúdio de arquitetura Flores & Prats, abordando sua maneira de fazer arquitetura através de um processo de projeto artesanal com diferentes tipos de desenhos e detalhes feitos à mão.
Este trabalho de Frank Lloyd Wright reúne uma grande parte dos escritos e conferências que, ao longo de uma década intensa de sua vida, foram oferecidos para o público. A edição traz textos esclarecedores e essenciais à luz para as novas gerações de estudiosos da arquitetura.
Todd Gannon lança luz sobre um dos críticos mais influentes da arquitetura, contextualizando os leitores sobre o homem e opiniões por trás de seus escritos. De seu entusiasmo hesitante no Archigram para suas opiniões sobre a arquitetura high tech dos anos 80 e 90, suas opiniões não precisam ser um mistério.
Alessandro Scarnato explica como Barcelona, uma cidade desvalorizada, se tornou uma cidade global depois que a Espanha recuperou sua democracia nos anos 70.
Uma extensa visão geral da história, motivações, sucessos e fracassos do movimento modernista na arquitetura, oferecendo um contexto inestimável e inigualável em um tópico já amplamente publicado.
Os arquitetos Reiser + Umemoto, de Nova Iorque, usam capítulos curtos e informativos para explicar seu processo de projeto por meio de uma série de tópicos que conduziram seu trabalho.
Ada Louise Huxtable reinventou o campo não apenas da crítica arquitetônica, mas da própria crítica, ganhando o primeiro Prêmio Pulitzer de crítica. Para ela, a cidade não é algo abstrato ou acadêmico, mas vivo, tangível - chutável. Seu legado permanece influente no campo da crítica arquitetônica.
Forensic Architecture, um grupo de pesquisa liderado por Eyal Weizman, aproveita a arquitetura como uma estrutura para investigar um mundo em conflito, da violência armada à destruição ambiental. Este livro detalha alguns de seus trabalhos com grupos ativistas, ONGs e a ONU.
Muitas revoluções ocorreram nos anos 60, mas talvez a mais memorável para arquitetos seja o surgimento do Archigram. O lendário grupo britânico criou visões para cidades que ainda hoje parecem originais e fantásticas. Este livro é um excelente mergulho na história e produção do brupo britânico.
Este livro aborda a obra do engenheiro-arquiteto uruguaio Eladio Dieste, cuja maior produção foi desenvolvida na capital de seu país de origem e cidades adjacentes na segunda metade do século XX.
Este livro apresenta parte dos projetos do arquiteto, discorrendo acerca da linguagem adotada a partir do ponto de vista técnico, estrutural, filosófico e social.
Este livro apresenta e discute parte das obras do arquiteto brasileiro Isay Weinfeld, desde casas à hotéis, no Brasil e em outras regiões do mundo. O livro também conta com fotografias não publicadas anteriormente que descrevem visualmente seu trabalho.
Um olhar intrigante para um dos escritório mais renomados do mundo a partir do projeto de Steven Holl para a Escola de Arte de Glasgow, apresentado através de desenhos, fotografias e uma entrevista.
Junya Ishigami é conhecida por um portfólio singular, em que as estruturas se tornam quase invisíveis, assumindo a aparência de florestas e até mesmo do céu.
Esta leitura oferece uma visão não apenas de um dos escritórios mais criativos do mundo, mas também de como desenhar num clima em constante mudança, uma mensagem que todos deveríamos prestar atenção.
Neste livro, que se localiza em algum lugar entre um romance e um conjunto de ensaios, Marco Polo descreve, com riqueza de detalhes, as cidades que visitou ao imperador Kublai Khan. Facilmente lido em partes, este livro é a desintoxicação perfeita para aqueles que precisam de uma fuga de toda a conversa sobre cidades inteligentes e economias circulares.
Este romance descreve a evolução da arquitetura gótica como uma resposta ao seu precursor românico em contraste com a vida européia medieval (levemente romantizada).
Alejandro Aravena se une a Fernando Perez e José Quintanilla para discutir e analisar vários projetos de arquitetura ao longo da história, todos acompanhados de desenhos, ensaios e referências externas para entender a arquitetura de diferentes ângulos e pontos de vista.
Uma obra prima de design editorial por si só, este livro mescla pesquisa histórica e entrevistas com alguns dos arquitetos mais proeminentes do movimento do Metabolismo japonês.
Ao analisar a relação entre cinema, arte e arquitetura a partir dos espaços existenciais, Pallasmaa mergulha no trabalho de Alfred Hitchcock, Stanley Kubrick, Michelangelo Antonioni e Andrei Tarkovsky e como eles usavam imagens arquitetônicas para criar estados emocionais.
Compilação de oito palestras de Rafael Moneo sobre oito dos mais renomados arquitetos do último meio século, incluindo James Stirling, Robert Venturi, Aldo Rossi, Peter Eisenman, Álvaro Siza, Frank Gehry, Rem Koolhaas e a parceria de Jacques Herzog e Pierre De Meuron.
Basicamente o trabalho que tornou Rem Koolhaas famoso. Este livro expõe a consistência e coerência dos episódios aparentemente não relacionados do urbanismo de Manhattan, com foco em sua "cultura da congestão".
Segundo Habraken, os arquitetos consideram o contexto como o "ordinário" no qual eles são desafiados a produzir o "extraordinário". Mas como a arquitetura vernacular desaparece, os ambientes comuns são mais difíceis de definir. Sem um contraponto claro, como arquitetos podem situar conceitos de inovação em arquitetura?
Este clássico examina como a arquitetura define nossa compreensão do espaço - e como os edifícios às vezes são participantes indiferentes no ambiente urbano. Nas mãos capazes de Zevi, os componentes da arquitetura ganham vida, oferecendo uma perspectiva iluminadora e provocativa no campo da arquitetura.
Oppositions Reader compila os ensaios mais importantes de 26 edições da Oppositions, o jornal do Institute for Architecture and Urban Studies (IAUS) de Nova Iorque. Uma excelente seleção de autores e temas de importância na época.
Nas palavras do OMA / AMO, Content é um produto do momento. Inspirado pelas incessantes flutuações do início do século XXI, traz as marcas da globalização e do mercado, par ideológico que, ao longo dos últimos vinte anos, vem minando a estabilidade da vida contemporânea.
O corte é uma das ferramentas mais fascinantes arquitetura - quem entre nós não se impressiona pelos cortes de edifícios como o Panteão ou a Cidade Murada de Kowloon? Este livro oferece desenhos detalhados de obras contemporâneas - uma visão inestimável não apenas dos edifícios selecionados, mas também da própria ideia de corte.
A imagem popular do arquiteto remete a ego e poder - mas, como qualquer arquiteto pode confirmar, isso raramente é verdade. A arquitetura depende de quase tudo: o cliente, os contratados, a legislação, os materiais, o zoneamento, o orçamento ... quanto de um edifício vai realmente para o arquiteto? Este livro investiga a lacuna entre a natureza dependente da arquitetura e o perfeccionismo agressivo com o qual fazemos nosso trabalho.
É improvável que você encontre este livro em qualquer lista de leitura de arquitetura, mas isso não o torna menos essencial. Robert Bevan guia o leitor através da paisagem arquitetônica em tempos de conflito e depois, colocando em palavras o que sabemos, mas não costumamos dizer: o ambiente construído tem significado cultural e pessoal que se estende para muito além do abrigo.
Este livro explora as bases do design, desde as ferramentas da antiguidades até a nova era digital, para propor novas teorias que nos permitam repensar a maneira como projetamos.
Beatriz Colomina estuda o fenômeno da arquitetura do pós-guerra, bem como os fatores que ajudaram a construir a ideia de arquitetura moderna, com base no trabalho de Charles e Ray Eames.
Este livro estuda como a produção arquitetônica é popularizada e inclinada a projetar espaços eróticos com base em um contexto específico, demonstrando como diferentes fatores da cultura moderna moldaram os lugares em que vivemos.
Dezessete conversas com profissionais das áreas de arquitetura, política, ativismo, design, educação e pesquisa, especulando sobre o futuro da disciplina.
Livro que analisa a obra pós-moderna de Edmond & Corrigan e como seus trabalhos refletem sobre os subúrbios australianos e a teatralidade da arquitetura.
Da arquitetura nômade a canais subterrâneos de esgoto, este livro examina as possibilidades da arquitetura de um modo diferente de como ela é normalmente vista e discutida.
O New York Times descreve este livro como “talvez o trabalho mais influente da história do planejamento urbano”. Uma leitura essencial para arquitetos jovens e experientes.
Se você está interessado em questões de forma urbana, essa análise de diferentes cidades explica as características do sistema aberto e dos espaços fechados.
O economista Edward Glaeser explica como e por que as cidades moldam a economia, incluindo como as formas que desenvolvemos e construímos afetam o futuro dos habitantes das cidades.
A cidade é uma extensão da natureza e os projetos urbanos devem estar em sintonia com essa natureza. O livro é o resultado de extensa pesquisa interdisciplinar, bem como a longa experiência do autor como arquiteto paisagista.
Richard Rogers apresenta um programa de ação para o futuro das cidades. O livro demonstra a influência da arquitetura e do planejamento urbano no cotidiano e alerta para o impacto que as cidades modernas podem ter no meio ambiente.
Grandes visões urbanas podem contribuir para uma teoria e pesquisa convincentes, mas com que frequência elas são bem sucedidas na prática? Cidade Colagem oferece uma visão diferenciada do urbanismo - que é tão fragmentado e diversificado quanto as próprias sociedades urbanas.
Um guia para estudar a cidade baseado nas teorias dos situacionistas e na deriva de Guy Débord que estuda os episódios simultâneos que compõem o urbano.
Pioneiro no conceito de paisagem urbana, Townscape é a arte da coerência visual e organização da desordem de edifícios, ruas e espaços que conformam o entorno urbano.
O título deve ser suficiente para animar os ouvidos de qualquer arquiteto. Precisamos mesmo trabalhar tanto assim? Provavelmente não. Uma jornada de trabalho de quatro horas diárias é possível? Definitivamente sim.
Uma análise de medidas, especificações e ingredientes precisos, representados através de diagramas arquitetônicos, para você aprender a fazer seus coquetéis.
Compilação das gravuras de prisões de Piranesi, Le Carceri representa não apenas uma enorme realização artística, mas também um marco em termos de percepção espacial com suas diversas abóbadas, escadarias e outras estruturas ambíguas e labirínticas.
Neste novo livro, Bauman examina como nos afastamos de uma modernidade 'pesada' e 'sólida', focada no hardware, para uma modernidade 'leve' e 'líquida' baseada no software.
Augé usa o conceito de “supermodernidade” para descrever uma situação de excesso de informação e espaço excessivo. Neste ensaio fascinante, ele procura estabelecer uma armadura intelectual para uma antropologia da supermodernidade.
Este é um texto essencial não apenas para arquitetos que querem começar seu próprio escritório, mas para qualquer profissional que queria ter uma carreira dedicada a projetar. Aqueles que buscam sucesso em suas carreiras fazem bem em considerar os conselhos apresentados aqui.
O arquiteto apresenta explicações sobre contextos climáticos, formas e materiais que permitem soluções eficientes em termos de energia, consumo de água e saneamento, aliadas a tecnologias ecológicas.